Palestra: Mediunidade nas crianças

29/08/2016 by

infancia

31.08.16

Expositor:   Edson Tobler

Horário: das 19.30 às 20.30h                                            

Passe magnético: das 19 h às 19.20 h

Local: Haselstrasse 9, 5400 Baden/AG

 

“A criança não é uma tábula rasa, não é um adulto em miniatura, mas um espírito imortal,
dono de um fantástico acervo de experiências decorrentes de suas encarnações anteriores.” Suely Caldas Schubert

Háverá inconveniente em desenvolver-se a mediunidade nas crianças?LM Cap.XVIII – Parte segunda

“Certamente e sustento mesmo que é muito perigoso, pois que  esses organismos débeis e delicados sofreriam por essa forma grandes abalos, e as respectivas imaginações excessiva sobreexcitação. Assim, os pais prudentes  devem afastá-las dessas idéias, ou, quando nada, não lhes falar sobre o assunto, senão do ponto de vista das consequências morais.”

Do livro Psicologia e Mediunidade, de Adenáuer Novaes. “Tudo leva a crer que a mediunidade na criança é algo rudimentar. As percepções não são tão estruturadas como no adulto, visto que em seu psiquismo ainda não se completou o desenvolvimento adequado do ego para sustentar as invasões psíquicas possíveis. Os fenômenos mais comuns estão na área da vidência a desencarnados familiares da atual ou de outras vidas, cujas presenças no campo mediúnico da criança, por conta em geral da boa relação que tiveram, evocam-lhe recordações agradáveis, transmitindo-lhe bons fluidos, bem como lhe infundem confiança e tranquilidade para enfrentar os desafios futuros.”

 

Vortrag: Die Reinkarnation

01/10/2016 by

10.10.16

Referent: Harald Freise

Von: 19.30 Uhr às 20.30 Uhr                                            

Ort: Haselstrasse 9, 5400 Baden/AG

Die Reinkarnation gehörte unter dem Namen Auferstehung70 zu den Dogmen der Juden. Nur die Sadduzäer glaubten, dass mit dem Tod alles zu Ende sei. Die Vorstellungen der Juden darüber und darüber hinaus, waren jedoch nicht sehr klar definiert. Sie hatten sehr verschwommene und unvollständige Kenntnisse in Bezug auf die Seele und deren Verbindung mit dem Körper.

Das Evangelium – Kap 04 04

Palestra: O homem no mundo

30/09/2016 by

   

05.10.16

Expositor:   Eliane Foroni

Horário: das 19.30 h às 20.30 h                                            

Passe magnético: das 19 h às 19.20 h

Local: Haselstrasse 9, 5400 Baden/AG

 

Cada avanço significativo das Ciências no conhecimento do mundo transforma a nossa concepção da vida e do mundo, gerando uma nova Filosofia e uma nova moral. E a Moral, por sua vez, determinando novas regras de comportamento do homem no mundo, ante os mistérios da vida e da morte,

O Centro Espirita J. Herculano Pires

Estudo do Livro dos Espíritos – LE – Nesta segunda dia 03 de Outubro

29/09/2016 by

ESLE

28/09/2016 by

É possível que os espiritistas venham a sofrer perturbações depois da morte?

-A morte não apresenta perturbações à consciência reta e ao coração amante da verdade e do amor dos que viveram na Terra tão-somente para o cultivo da prática do bem, ns suas variadas formas e dentro das mais diversas crenças.

Que o espiritista cristão não considere o seu título de aprendiz de Jesus como um simples rótulo, ponderando a exortação evangélica – “muito se pedirá de quem muito recebeu”, preparando-se nos conhecimentos e nas obras do bem, dentro das experiências do mundo para s sua vida futura, quando a noite do túmulo houver descerrado aos seus olhos espirituais a visão da verdade, em marcha para as realizações da vida imortal.

Questão 150 – O Consolador – Francisco Candido Xavier

Palestra: O código penal da vida futura segundo o espiritismo

25/09/2016 by

   

28.09.16

Expositor:   Silvana Elia

Horário: das 19.30 h às 20.30 h                                            

Passe magnético: das 19 h às 19.20 h

Local: Haselstrasse 9, 5400 Baden/AG

A reparação consiste em fazer o bem àqueles a quem se havia feito o mal.

Quem não repara os seus erros numa existência, por fraqueza ou má-vontade, achar-se-á numa existência ulterior em contato com as mesmas pessoas que de si tiverem queixas, e em condições voluntariamente escolhidas, de modo a demonstrar-lhes reconhecimento e fazer-lhes tanto bem quanto mal lhes tenha feito.

Céu e Infernos – Allan Kardec – 1a parte, Cap. VII

Estudo Sistematizado da Doutria Espirita – ESDE – Nesta segunda dia 26 de Setembro

23/09/2016 by

esde

O BEM ANTES

21/09/2016 by

Não ignoramos que a lei de causa e efeito funciona mecanicamente, em todos os domínios do Universo.

Sabemos, porém, que diariamente criamos destino.

Decerto que a Eterna Sabedoria não nos concede a inteligência para obedecermos passivamente aos impulsos exteriores; confere-nos inteligência e razão para obedecermos às leis por ela estabelecidas, com o preciso discernimento entre o bem e o mal.

Cabe-nos, assim, criar o bem e promovê-lo com todas as possibilidades ao nosso alcance.

Deploramos a tragédia passional em que se envolveram amigos dos mais queridos ….

Indaguemos de nós sobre o que efetuamos, em favor deles, para que não se arrojassem na delinqüência.

Espantamo-nos perante a desolação de mães desvalidas que se condenam à morte, à frente dos próprios filhos desamparados…

Perguntemos-nos quanto ao que foi feito por nós, a fim de que a penúria não as levasse à grimpas do desespero.

Lamentamos desajustes domésticos e perturbações coletivas, incompreensões e sinistros; entretanto, em qualquer falha nos mecanismos da vida é necessário inquirir, quanto à nossa conduta, no sentido de remover, em tempo hábil, a ocorrência infeliz.

“O bem antes de tudo” deve erigir-se por item fundamental do nosso programa de cada dia.

Atendamos ao socorro fraterno, na imunização contra o mal, com o desvelo dentro do qual nos premunimos contra acidentes, em respeitando os sinais de trânsito.

Alguém se permitirá dizer que, se somos livres, nada temos a ver com as experiências do próximo; e estamos concordes com semelhante assertiva, no tocante a viver, de vez que todos dispomos de independência nas escolhas e ações da existência, das quais forneceremos contas respectivas, ante a Vida Maior; contudo, em matéria de conviver, coexistimos na interdependência, em que necessitamos do amparo uns dos outros, para sustentar o bem de todos.

Os viajantes de um navio, a pleno oceano, reclamam auxílio mútuo, a fim de que se evite o soçobro da embarcação.

Nós, os Espíritos encarnados e desencarnados, em serviço no Planeta, não nos achamos em condição diferente. Daí, a necessidade de fazermos todo bem que nos seja possível na reparação desse ou daquele desastre, mas, para que tenhamos sempre a consciência tranqüila, é preciso saber se fizemos o bem antes.

Estude e Viva – Emmanuel- Francisco Candido Xavier

Palestra: Fé, Amor e Caridade

18/09/2016 by

    21.09.16

Expositor:   Vânia Zechner

Horário: das 19.30 h às 20.30 h                                            

Passe magnético: das 19 h às 19.20 h

Local: Haselstrasse 9, 5400 Baden/AG

Alguém se permitirá dizer que, se somos livres, nada temos a ver com as experiências do próximo; e estamos concordes com semelhante assertiva, no tocante a viver, de vez que todos dispomos de independência nas escolhas e ações da existência, das quais forneceremos contas respectivas, ante a Vida Maior; contudo, em matéria de conviver, coexistimos na interdependência, em que necessitamos do amparo uns dos outros, para sustentar o bem de todos.

Estude e Viva – Emmanuel – Francisco Candido Xavier

Estudo do Livro dos Espíritos – LE – Nesta segunda dia 19 de Setembro

16/09/2016 by

ESLE

A conquista de si mesmo

14/09/2016 by

A aquisição da consciência demanda tempo e esforço humano, tornando-se o grande desafio do processo da evolução do ser.

Surgem-lhe os pródromos, na fase do instinto, abrindo espaço para a razão, como fenômeno natural do desenvolvimento antropológico-psicológicosocio-lógico da criatura.

O discernimento do bem e do mal, do certo e do errado, e as aquisições ético-morais aparecem, como se fossem o medrar espontâneo da essência divina de que é constituído o Espírito; todavia, o aprimoramento e a profundidade desses valores dependem do empenho, do interesse, das realizações de cada um.

Herdeiro dos arquétipos remotos dos seus antepassados, o indivíduo mantém por atavismos religiosos e culturais a consciência de culpa,
especialmente os ocidentais, vitimados pelas heranças judaico-cristãs, no que diz respeito à desobediência de Eva, no paraíso, e ao fratricídio cometido por Caim contra Abel.

A divina punição de Deus pela rebeldia da mulher e pela insensatez do homem, que a seguiu no erro, responde pelo sofrimento que os acicata, assim como a expulsão do criminoso aumenta-lhe a angústia, dando-lhe margem ao ciúme doentio e à raiva, considerando a preferência injustificável de Deus por Abel, cujas oferendas mais O agradavam…

A absurda aceitação literal do texto bíblico, que tem um caráter simbólico, quiçá para demonstrar o momento em que surge a consciência, — quando o ser pode identificar o que deve, daquilo que não lhe é lícito realizar, saindo do automatismo do instinto para a seleção do discernimento racional, representados no mito da Árvore do conhecimento do bem e do mal —devido a interpretações apaixonadas e fanáticas, gerou conflitos que ainda remanescem nas vidas psicologicamente imaturas.

Na fase do instinto, os fenômenos biológicos automáticos não se fazem acompanhar das dores, que são maiores conforme mais seja apurada a sensibilidade, qual sucede na ocorrência do parto, que passou a ser punição divina, tornando a procriação um verdadeiro castigo, fruto ainda da desobediência que, milenarmente, transformou a comunhão sexual em condenável e imunda, do ponto de vista puritano e hipócrita.

Fonte de vida, o sexo é o instrumento para a perpetuação da espécie, não sendo credor de qualquer condenação. O ultraje e a vulgaridade, a nobreza e a elevação amorosa mediante os quais se expressa, dependem do seu usuário e não da sua função em si mesma.

Igualmente a arbitrária eleição celeste de um por outro irmão, ambos gerados em circunstâncias iguais, teria que despertar ressentimentos
contraditórios, de ciúme e de raiva, no rejeitado, que levariam inevitavelmente ao hediondo fratricídio…

De geração em geração, a criança que se sentia desprezada, desenvolveu esses sentimentos perversos, perturbando o desenvolvimento da consciência e a conseqüente conquista de si mesmo.

Em qualquer atividade, competitiva ou não, o inconsciente desatrela a insegurança infantil, ali adormecida, e surgem os conflitos, a infelicidade, a desconfiança desastrosa.

Graças, porém, à reencarnação, o progresso do ser é imperioso, inevitável, e os mecanismos da evolução se expressam, trabalhando-o e
promovendo-o a níveis e patamares cada vez mais elevados, até quando o ser, liberto dos conflitos, conquista os sentimentos que canalizará na direção de novas metas, que alcança realizando-se, plenificando-se.

Já não luta contra as coisas, mas luta pelas coisas, que aprende a selecionar e qualificar, abandonando, por superação, as paixões dissolventes e fixando os valores que enobrecem.

Percebendo-se instrumento da vida, que faz parte da harmonia do Universo, o indivíduo supera a raiva, por ausência do ciúme, e não compete para destruir, mas trabalha para fomentar o progresso, no qual se engaja e se realiza.

A conquista de si mesmo resulta, portanto, do amadurecimento psicológico, pela racionalização dos acontecimentos, e graças às realizações
da solidariedade, que facultam a superação das provas e dos sofrimentos, os quais passam então a ter um comportamento filosófico dignificante — instrumentos de valorização da vida — ao invés de serem castigos à culpa oculta, jacente no mundo íntimo.

A libertação dessa consciência doentia facilita o entendimento do mecanismo da responsabilidade no comportamento que estabelece o lema: A cada um conforme os seus atos, segundo ensinou o Terapeuta Galileu.

Senhor do discernimento, o homem descobre que colhe de acordo com o que semeia, e que tudo quanto lhe acontece, procede, não tendo caráter castrador ou punitivo. Sente-se emulado a gerar novos futuros efeitos, agindo com consciência e produzindo com eqüidade. Tal conduta proporciona-lhe a alegria que provém da tranquilidade da realização, considerando que sempre é tempo de reparar, e postergação é-lhe prejuízo para a economia da sua plenificação.

O homem que se conquista supera os mecanismos de fuga, de transferência de responsabilidade, de rejeição e outros, para enfrentar-se sem
acusação; sem justificação, sem perdão.

Descobre a vida e que se encontra vivo, que hoje é o seu dia, utilizando-o com propriedade e sabedoria. Não tem passado, nem futuro, neste tempo intemporal da relatividade terrestre, e a sua é uma consciência atual, fértil e rica de aspirações, que busca a integração na Cósmica, que já desfruta, vivendo-a nas expressões do amor a tudo e a todos intensamente.

A conquista de si mesmo é lograda mediante o querer.

Jesus afirmou que se poderia fazer tudo quanto Ele fez, se se quisesse, bastando empenhar-se e entregar-se à realização. Para tanto, necessário seria a fé em si mesmo, nos valores intrínsecos, que seriam desenvolvidos a partir do momento da opção.

Francisco de Assis, o santo, assim quis e o conseguiu.

Apóstolos do bem, da ciência e da fé, do pensamento e da ação quiseram, e o lograram.

Homens e mulheres anônimos entregaram-se aos ideais que lhes vitalizaram as existências e, superando-se, autoconquistaram-se.

A conquista de si mesmo está ao alcance do querer para ser, do esforçar-se para triunfar, do viver para jamais morrer…

O Ser Consciente – Joaana de Ângelis – Divaldo Pereira Franco