Archive for the ‘Reflexoes’ Category

Humildade

30/01/2015

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A humildade, por força divina, reflete-se, luminosa, em todos os domínios da Natureza, os quais expressam, efetivamente, o Trono de Deus, patrocinando o progresso e a renovação.

Magnificente, o Sol, cada dia, oscula a face do pântano sem clamar contra o insulto da lama; a flor, sem alarde, incensa a glória do céu. Filtrada na aspereza da (more…)

NECESSIDADE E SOCORRO

28/01/2015

02O homem sente fome.

Deus promove os recursos do pão.

O homem tem sede.

Deus faz o jorro da fonte.

O homem padece fraqueza.

Deus dá-lhe força.

O homem adquire doença.

Deus institui o remédio.

O homem sofre desequilíbrio.

Deus estabelece o reajuste.

O homem chora em desespero.

Deus suscita a consolação.

O homem se desvaira em pessimismo.

Deus restaura a esperança.

O homem cai na sombra da ignorância.

Deus acende a luz da instrução.

Entretanto, Deus criou a liberdade de consciência, com a responsabilidade, traçando o merecimento de cada um.

É assim que, entre a necessidade humana e o Socorro Divino, permanece a vontade do homem, que é plenamente livre para aceitar o auxílio de Deus.

Francisco Candido Xavier – Caminho Espirita –  Albino Teixeira

Auxílio

23/01/2015

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Auxiliar espontaneamente é refletir a Vida Divina por intermédio da vida de nosso “eu”, que se dilata e engrandece, à proporção que nos desdobramos no impulso de auxiliar.

A Eterna Providência é o reservatório do Amor Infinito, em doação permanente, solicitando (more…)

Culpa

16/01/2015

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Quando fugimos ao dever precipitamo-nos no sentimento de culpa, do qual se origina o remorso, com múltiplas manifestações, impondo-nos brechas de sombra aos tecidos sutis da alma.

E o arrependimento, incessantemente fortalecido pelos reflexos de nossa lembrança amarga, transforma-se num (more…)

VIVÊNCIA ESPÍRITA

14/01/2015

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Nos mais complexos e nos mais simples elementos da Natureza, encontramos o desafio à ação.

Um transatlântico erigir-se-á por maravilha da técnica, efetuada à custa de centenas de artífices, mas, se não enfrenta (more…)

Dever

09/01/2015

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O dever define a submissão que nos cabe a certos princípios estabelecidos como leis pela Sabedoria Divina, para o desenvolvimento de nossas faculdades.

Para viver em segurança, ninguém (more…)

PARA SER FELIZ

07/01/2015

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“E não nos cansemos de fazer o bem,
porque há seu tempo ceifaremos,
se não houvermos desfalecido”.
– PAULO. (Gálatas, 6.9).

Confia em Deus.

Aceita no dever de cada dia a vontade do Senhor para as horas de hoje.

Não fujas da simplicidade.

Conserva a mente interessada no (more…)

Hábito

02/01/2015

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O hábito é uma esteira de reflexos mentais acumulados, operando constante indução à rotina.

Herdeiros de milênios, gastos na recapitulação de muitas experiências análogas entre si, vivemos, até agora, quase que à maneira de embarcações ao gosto da correnteza, no rio de hábitos aos quais nos (more…)

IDENTIFICAÇÃO ESPÍRITA

26/12/2014

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O espírita é aquele servidor do Evangelho que, no campo da observação:

Lê tudo;

Ouve tudo;

Vê tudo;

E analisa tudo;

Mas retém apenas a substância que lhe seja de proveito real;

Na esfera da vivência;

Respeita a todos;

Serve a todos;

Lida com todos;

E trabalha na senda de todos;

Mas permanece tão somente com aqueles que estão procurando o caminho de acesso ao Reino de Deus.

Entre a observação e a vivência, ele pratica:

Todo o bem que pode;

Onde pode;

Como pode;

E quando pode.

Em suma, é possível identificar o espírita como um companheiro de Jesus Cristo na experiência humana, que nem sempre faz aquilo que quer, mas faz constantemente aquilo que deve.

Albino Teixeira

NAS ORAÇÕES DE NATAL

23/12/2014

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Rememorando o Natal, lembramo-nos de que Jesus é o Suprimento Divino à Necessidade Humana.
Para o Sofrimento, é o Consolo;
Para a Aflição, é a Esperança;
Para a Tristeza, é o Bom Ânimo;
Para o Desespero, é a Fé Viva;
Para o Desequilíbrio, é o Reajuste;
Para o Orgulho, é a Humildade;
Para a Violência, é a Tolerância;
Para a Vaidade, é a Singeleza;
Para a Ofensa, é a Compreensão;
Para a discórdia, é a Paz;
Para o egoísmo, é a Renúncia;
Para a ambição, é o Sacrifício;
Para a Ignorância, é o Esclarecimento;
Para a Inconformação, é a Serenidade;
Para a Dor, é a Paciência;
Para a Angústia, é o Bálsamo;
Para a Ilusão, é a Verdade;
Para a Morte, é a Ressurreição.
Se nos propomos, assim, aceitar o Cristo por Mestre e Senhor de nossos caminhos, é imprescindível recordar que o seu Apostolado não veio para os sãos e, sim, para os antigos doentes da Terra, entre os quais nos alistamos…
Buscando, pois, acompanhá-lo e servi-lo, façamos de nosso coração uma luz que possa inflamar-se ao toque de seu infinito amor, cada dia, a fim de que nossa tarefa ilumine com Ele a milenária estrada de nossas experiências, expulsando as sombras de nossos velhos enganos e despertando-nos o espírito para a glória
imperecível da Vida Eterna.

Do livro “Os Dois Maiores Amores” – Francisco C. Xavier – Autores Diversos