Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Uma Visão Espírita da Páscoa

14/04/2019

Uma visão espírita da Páscoa

Anúncios

Riquezas

14/04/2019

Scan

Sim, dizia de mim para mim, Jesus se sacrifica por nós; faz sua entrada triunfal em Jerusalém vestindo um burel e montado num jumento, e vós, que vos dizes seus representantes, vos cobris de seda, ouro e diamantes.

É esse o desprezo das riquezas que o Divino Messias pregava aos seus apóstolos?

Não. Entretanto, Monsenhor, eu vos confesso que a partir do momento em que me tornei espírita, pude voltar a frequentar as vossas igrejas; pude aí orar a Deus com fervor, a despeito da música mundana que aí se veste de ópera; pude orar, pensando que entre todas essas pessoas reunidas provavelmente havia algumas para as quais a pompa teatral era útil para elevar suas almas a Deus; pude então perdoar o vosso luxo e compreendê-lo num certo sentido.

Assim, bem vedes, Monsenhor, que não é sobre os espíritas que deveríeis trovejar, e se, como não duvido, tendes em vista apenas o bem do vosso rebanho, reconsiderai vossa maneira de ver o Espiritismo, que só nos prega o amor ao próximo, o perdão das injúrias, a doçura, a caridade e o amor aos nossos inimigos.

Texto completo:

https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/898/revista-espirita-jornal-de-estudos-psicologicos-1864/5657/setembro/o-novo-bispo-de-barcelona

Os Intolerantes | Alabê de Jerusalém – Altay Veloso

07/04/2019

Algo a Comemorar na Páscoa?

07/04/2019

pascoa-cristo

Uma antiga, polêmica e requentada opinião sobre a Páscoa

Algo a Comemorar na Páscoa?

Por Lucas Sampaio

Mais um ano de celebrações da Páscoa, com o feriado prolongado da Semana Santa a nos inspirar diversas reflexões.

A primeira delas é que o Brasil está longe de ser um país laico, pois embora sua Constituição assim estabeleça formalmente, são preponderantes os feriados em datas de celebrações religiosas, como do dia de sua padroeira, Corpus Christi, Natal e Páscoa, além dos feriados regionais.

Não sendo o Espiritismo uma religião, como ensina Allan Kardec, aos seus adeptos é possível e natural a releitura dos mitos religiosos sem as características místicas inerentes a esses sistemas, a fim de compreender de forma mais isenta os fatos históricos, através da simples análise dos livros bíblicos e também pelos instrumentos que a historiografia moderna oferece.

No que toca à Páscoa, vale lembrar que esta marca o fim do Êxodo através do qual os judeus libertaram-se da escravidão no Egito e seguiram para as terras que o deus Javé lhes prometeu – embora elas já tivessem outros donos.

O que se omite é que esse percurso foi um dos episódios mais tristes registrados na História Antiga, pois o deus denominado “Senhor dos Exércitos” ordenava àquele povo embrutecido que passasse a fio de espada os habitantes das cidades e tudo que nelas existisse (Deuteronômio 13:15). E pouparemos o leitor dos crimes hediondos narrados no hexateuco, bem diferentes da mensagem que Jesus mais tarde ensinaria (“Amai os vossos inimigos”). Aos interessados, recomendamos “A Bíblia e Seus Absurdos”, de Carlos Bernardo Loureiro.

Cerca de 1.400 anos depois, Jesus de Nazaré adentrava uma Jerusalém repleta no período em que seu povo festejava a Páscoa. Ocorre que seu pensamento libertador incomodava profundamente o poder político e religioso dos sacerdotes de seu tempo (assim como continua a incomodar) e assim Jesus seria condenado e executado de forma injusta e bárbara, como confirmou a História.

Infelizmente, em pleno século XXI ainda se acredita que Jesus era o próprio Deus que foi ao madeiro por sua própria vontade, em sacrifício pela Humanidade, num ato que equivaleria a um suicídio, sem qualquer significado moral, impensável para um Espírito superior. De fato, se assim não fosse, Jesus não pediria a Deus no Getsêmane que afastasse o cálice do sofrimento (Mateus 26:39), nem diria “Eu não vim de moto próprio, mas foi Deus que me enviou” (João 8:42). Enfim, toda sua doutrina moral era incompatível com tal criação teológica.

Ou seja, diante desses dados, não convém atribuir à Páscoa ou à crucificação de Jesus qualquer salvação, libertação dos pecados ou transformações ascéticas através de posturas místicas ou litúrgicas, como proibição de carne nas refeições, como muita gente continua a acreditar 160 anos após o lançamento do Livro dos Espíritos e sua revolução racionalista.

Jesus era um homem animado por um Espírito superior e o crucifixo que o representa preso e executado, além de uma exaltação ao sofrimento, além de ingratidão, é o símbolo oposto à mensagem libertária que ele transmitiu: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32).

Trata-se, portanto, de um fato histórico a se lamentar, ressalva feita aos luminosos ensinamentos de Jesus e ao seu retorno em aparição tangível (não em ressurreição, biologicamente inviável) após sua desencarnação, quando ratifica, como sempre por um admirável fenômeno espiritual, a imortalidade que sempre ensinara.

Em verdade, o Espírito, imortal, possui seus próprios mecanismos para a realização de suas imanências. Estes se processam gradualmente através da reencarnação, com o Ser conhecendo a Lei Natural e fazendo uso responsável da liberdade que conquista, sem soluções mágicas ou miraculosas para aplacar os sofrimentos humanos nessa longa caminhada.

A isso se deve a enorme importância desta mensagem progressista e de esperança dirigida ao Espírito humano em todas as épocas e sobretudo em épocas conturbadas como a nossa: “Vós sois deuses” e “fareis coisas ainda maiores que as que eu faço” (João, 10:34 e 14:12). E para tanto, é bem melhor lembrar do Mestre vivo!

A Fé e a Eficácia da Prece

07/04/2019

A Fé e a Eficácia da prece

Um homem nos arredores de Jerusalém: De Judas

07/04/2019

2013088_univ_lsr_xl

Judas veio à minha casa naquela sexta-feira, após a noite da Páscoa, e bateu com força à minha porta.
Quando entrou, fitei-o e sua face estava lívida. Suas mãos tremiam como vergônteas secas ao vento e tinha as roupas molhadas como se houvesse saído de um rio; pois, naquela tarde, tinham ocorrido grandes temporais.
Olhou para mim, e suas cavidades oculares pareciam escuras cavernas, e seus olhos estavam sangrentos.
E disse: “Entreguei Jesus de Nazaré aos Seus inimigos e aos meus inimigos.”
Depois, retorceu as mãos e disse: “Jesus declarara que venceria todos os Seus inimigos e os inimigos do nosso povo. E eu acreditei, e segui-O.
“Quando Ele primeiro nos chamou, prometeu-nos um reino poderoso e vasto e, em nossa fé, procuramos agradar-Lhe para que tivéssemos altos postos em Sua corte.
“Víamo-nos como príncipes tratando esses romanos como eles nos haviam tratado. E Jesus falou muito sobre o Seu reino, e eu pensei que Ele havia me escolhido para capitão de Seus carros de guerra e chefe de Seus guerreiros. E segui-Lhe os passos de boa vontade.
“Mas descobri que não era um reino que Jesus buscava, nem era dos romanos que Ele nos libertaria. Seu reino não passava de um reino do coração. Ouvi-O falar de amor, e caridade, e perdão, e as mulheres da beira da estrada O ouviam contentes; mas meu coração ficava cada vez mais amargurado e eu ia-me tornando endurecido.
“Meu esperado rei da Judéia parecia ter-se tornado subitamente um tocador de flauta, para acalmar os espíritos dos errantes e vagabundos.
“Eu O tinha amado, como O tinham amado outros membros da minha tribo. Tinha visto Nele uma esperança e uma libertação do jugo estrangeiro. Mas quando verifiquei que Ele não pronunciaria uma palavra nem moveria um dedo para libertar-nos desse jugo, e quando mandou mesmo que se desse a César o que é de César, então o desespero me possuiu, e minhas esperanças morreram. E disse: ‘Aquele que matou minhas esperanças será morto, porque minhas esperanças e expectativas são mais preciosas do que a vida de qualquer homem.'”
Então Judas rangeu os dentes; e curvou a cabeça. E quando falou novamente, disse: “Entreguei-O. E Ele foi hoje crucificado… Entretanto, quando morreu na cruz, morreu como morrem os libertadores, como os vastos homens que continuam a viver além da mortalha e do túmulo.
“E em todo o tempo em que ia morrendo, era bondoso; e Seu coração estava cheio de piedade. Tinah piedade até daqueles que O haviam entregado.”
E eu disse: “Judas, cometeste um mal muito grave.”
E Judas respondeu: “Mas Ele morreu como um rei. Por que não viveu como um rei?”
E eu disse novamente: “Cometeste um crime muito grave.”
E ele sentou-se ali, naquele banco,e ficou imóvel como uma pedra.
Mas eu andava na sala de lá para cá, e disse mais uma vez: “Cometeste um grande pecado.”
Mas Judas não disse uma palavra. Permaneceu silencioso como a terra.
E, daí a pouco, ergueu-se e encarou-me, e parecia mais alto, e, quando falou, sua voz lembrava o som de um navio rebentado; e disse: “O pecado não estava em meu coração. Nesta mesma noite, procurarei o Seu reino, e me apresentarei a Ele e implorarei Seu perdão.
“Ele morreu como um rei, e eu morrerei como um vilão. Mas, em meu coração, sei que Ele me perdoará.”
Depois de pronunciar estas palavras, envolveu-se em sua veste molhada e disse: “Foi bom que te tenha procurado esta noite, embora tenha te incomodado. Perdoar-me-ás também?
“Dize a teus filhos e aos filhos de teus filhos: Judas Iscariotes entregou Jesus de Nazaré aos Seus inimigos porque O acreditava um inimigo de Sua própria raça.
“E dize também que Judas, no dia mesmo de seu grande erro, seguiu o Rei aos degraus do Seu trono para entregar sua alma e ser julgado.
“Dize-lhes ainda que meu sangue também estava impaciente pela terra, e que meu espírito aleijado queria ficar livre.”
Depois, Judas recostou a cabeça na parede atrás de si e gritou: “Ó Deus, cujo nome terrível nenhum homem pronunciará antes de seus lábios serem tocados pelos dedos da morte, por que me queimaste com um fogo sem luz?
“Por que deste ao Galileu esta paixão por uma terra desconhecida e me sobrecarregaste com um desejo que não se desvencilharia dos liames do parentesco e do lar? E quem é esse homem Judas, cujas mãos estão manchadas de sangue?
“Ajuda-me a jogá-lo fora como uma veste velha e um arreio estragado.
“Ajuda-me a fazer isto esta noite.
“E deixa-me estar novamente fora destas muralhas.
“Estou cansado desta liberdade sem asas. Procuro um cárcere maior.
“Eu verteria uma torrente de lágrimas em direção ao amargo mar. Preferiria depender de Tua misericórdia do que bater à porta de meu próprio coração.”
Assim falou Judas e, em seguida, abriu a porta e reentrou na noite tempestuosa.
Três dias depois, visitei Jerusalém e soube de tudo o que se passara. E contaram-me que Judas se havia atirado de cima da Pedra Alta.
Tenho meditado muito desde aquele dia, e compreendo Judas. Cumpriu sua pequena vida, que flutuava como uma neblina sobre esta terra escravizada pelos romanos, enquanto o grande profeta ia escalando as alturas.
Um homem anelava por um reino em que ele fosse príncipe.
Outro homem desejava um reino em que todos os homens sejam príncipes.

Extraído de Jesus, o Filho do Homem,
de Gibran Khalil GIbran, editado pela ACIGI.
Tradução de Mansour Chalita

Spiritualismus im Licht von Wissenschaft und Philosophie

30/03/2019

Die Lehre von Allan Kardec – dem am 3. März 1804 in Lyon geborenen Begründer des so genannten „Kardecismus“ – unter wissenschaftlichen und philosophischen Aspekten zu betrachten, ist eine reizvolle Aufgabe.
Ihre Entstehung, ihr Inhalt und ihre gelebte Praxis nimmt im Umfeld geistiger Disziplinen eine Sonderstellung ein. Ihre Quellen sind nach wie vor verborgen, ganz im Gegensatz zu der vitalen Praxis ihrer Ausübung. Hier unternehmen wir den Versuch, die Lehre von Allan Kardec einzuordnen in Gesetzmässigkeiten, Methodiken, und Analogien zu Philosophien und Wissenschaften.
Der Ursprung dieser relativ jungen Lehre führt weit überraschend weit zurück in die Vergangenheit der Menschheitsgeschichte und besitzt eine Vielzahl von Verbindungen zu anderen spirituellen Lehren und Disziplinen.

Cartaz_Abril-01-2019

Palestra: A lei da afinidade

28/03/2019

A Lei de Afinidade

Palestra: Uma abordagem sobre pensamento

25/03/2019

Abordagem sobre o pensamento

Die Angst vor dem Tod

17/03/2019

Je besser der Mensch das Leben nach dem Tod begreift, desto mehr nimmt seine Angst vor dem Tod ab.

Sobald er über die Notwendigkeit, vorübergehend auf der Erde zu leben, aufgeklärt ist, rückt er dem Ende seines Lebens mit Ruhe und Vertrauen entgegen.

Himmel und Hölle – Die Angst vor dem Tod – Ursachen für die Angst vor dem Tod

50277511_233676830850599_4460009390103068672_o